quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Cão condenado a nove meses de “prisão” por morder polícia



O caso está a criar polémica e há já uma petição com mais de 5.000 assinaturas

Há um prisioneiro em Northamptonshire, Reino Unido, que está a destacar-se: um cão de raça Chow-chow foi condenado a ficar preso numa jaula durante nove meses, depois de ter mordido um agente da polícia.
O pequeno Bungle está a ser representado por um conjunto de advogados que os donos – David e Susan Hayes, dois banqueiros milionários – contrataram para o defender. Segundo os donos, a decisão de prender o cão foi “insensível” por parte das autoridades, uma vez que se trata apenas de um cachorro.
Foi mesmo criado uma página nas redes sociais chamada “Libertem o Bungle” e foi lançada uma petição que conta já com mais de 5.000 assinaturas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

João Barradas "Home" - The Human Journey In Search Of Meaning

O sexo por vezes é um "frete" ...



O sexo por vezes é um "frete" para a mulher ao ponto de não o sentir de qualquer forma. Aqui fica um exemplo disso:
Um homem foi levado perante o juiz e acusado de necrofilia, por ter feito sexo com uma mulher morta.
Disse-lhe o juiz:
- Em 20 anos de magistratura, nunca ouvi uma coisa tão nojenta e imoral. Dê-me uma única razão para eu não o colocar na prisão!?
O homem respondeu:
- Vou lhe dar não UMA, mas TRÊS boas razões:
1º. Não é da sua conta, o Sr. não tem nada com isso;
2º. Ela era minha esposa, e...
3º. Eu NÃO SABIA que ela estava morta; ela SEMPRE agia assim!!!

Estado foi alertado para o perigo cinco vezes na estrada de Borba


As pedreiras já existiam antes da legislação que veio regular o sector. E acabaram por ter licença sem cumprir essa legislação, nomeadamente no cumprimento de uma faixa de segurança de 30 metros.

Não foi por falta de aviso. O acidente que levou ao colapso da estrada municipal que liga Borba a Vila Viçosa na segunda-feira à tarde foi previsto, ou motivo de manifestação de preocupações, pelo menos cinco vezes. Mas nenhuma delas foi suficiente para evitar que o colapso fosse uma realidade e, pior do que isso, que o acidente acabasse por fazer vitimas mortais.

https://www.publico.pt/2018/11/21/sociedade/noticia/cronologia-quatro-avisos-problema-conhecido-ha-24-anos-1851815?utm_term=Estado+sabia+do+perigo+em+Borga.+Metro+chega+as+Amoreiras&utm_campaign=PUBLICO&utm_source=e-goi&utm_medium=email

Ministro escolhido por Bolsonaro diz que as alterações climáticas são um dogma marxista


Ernesto Fraga Araújo já tinha escrito no seu blogue, ainda durante a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro, que as alterações climáticas são "uma tática globalista" com o objetivo de criar medo e "obter mais poder" por parte da China 

O futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Fraga Araújo, escolhido recentemente por Bolsonaro, diz que as alterações climáticas são uma tática marxista com o objetivo de instigar o medo e impedir o crescimento económico dos países capitalistas democráticos, assim como beneficiar a China.

"O climatismo juntou alguns dados que sugeriam uma correlação do aumento de temperaturas com o aumento da concentração de CO2 na atmosfera, ignorou dados que sugeriam o contrário, e criou um dogma 'científico' que ninguém mais pode contestar sob pena de ser excomungado da boa sociedade", escreve o diplomata no seu blogue, denominado Metapolítica.
Ernesto Araújo afirma ainda que foi a esquerda que, nos últimos 20 anos, "sequestrou a causa ambiental" e a "perverteu até chegar ao paroxismo".
Este "dogma", como o diplomata lhe chama, serve apenas apenas para "para justificar o aumento do poder regulador dos Estados sobre a economia e o poder das instituições internacionais sobre os Estados nacionais e suas populações", assim escreve.
O ministro continua, referindo que esta "tática globalista" pretende favorecer o crescimento da China, com a transferência do "poder económico do Ocidente para o regime chinês, um processo que Donald Trump já está a tentar interromper".
As ideias de Ernesto Fraga Araújo alinham-se, em parte, com as do presidente americano que, em novembro de 2012, publicou um twitter em que referia o aquecimento global foi um conceito "criado pelos e para os chineses, a fim de tornar a produção norte-americana não competitiva".
Um dos objetivos do presidente brasileiro é, precisamente, retirar o Brasil do Acordo de Paris, assinado em 2015, que prevê a redução das emissões de dióxido de carbono a partir de 2020, como fez Donald Trump em relação aos EUA, em 2017.
No seu blogue, o ministro defende o catolicismo e critica frequentemente o marxismo, o aborto e o feminismo, por exemplo. Além disso, descreveu, várias vezes, nos seus textos o Partido dos Trabalhadores como um "Projeto Totalitário ou Programa de Tirania".

Noiva recebe provas de traição horas antes de se casar


Casey e Alex estavam juntos há seis anos e iam-se casar este mês. Na véspera, recebeu mensagens que o noivo terá enviado a uma amante: "O teu corpo é mesmo incrível. E tu sabes como usá-lo. Queria que a minha namorada tivesse metade das tuas capacidades."

Casey e Alex estavam juntos há seis anos e iam-se casar este mês. Para Casey, era uma "relação de sonho" até... à véspera do casamento, quando recebeu uma série de mensagens com capturas de ecrã. Eram mensagens que o seu noivo havia enviado meses (e até dias) a outra mulher: "O teu corpo é mesmo incrível. E tu sabes como usá-lo. Queria que a minha namorada [Casey] tivesse metade das tuas capacidades." 

A mulher ficou destroçada - e decidiu vingar-se, lendo as mensagens que recebera na leitura dos votos. "Era suposto este ser o dia mais feliz da minha vida. Em vez disso, sabia que seria o fim da minha relação de sonho e todos iriam testemunhar isso", lamentou a mulher, citada pelo Bored Panda.

Eram várias as mensagens: "Este fim-de-semana. Tu e eu…" ; "O teu corpo é mesmo incrível. E tu sabes como usá-lo. Queria que a minha namorada [Casey] tivesse metade das tuas capacidades" ; "Tenho tantas saudades tuas. Não consigo parar de pensar em ti. Nunca tive este tipo de relação com ninguém".

Primeiro, pediu conselhos às damas de honor, que a aconselharam a terminar o casamento imediatamente. Contudo, Casey estava determinada a não cancelar o casamento: "Todas aquelas palavras foram como uma seta espetada no meu coração e o meu casamento era dali a umas horas. Como é que poderia cancelar se já todos os convidados tinham viajado para estarem presentes?" 

A solução foi ler as mensagens nos votos de traição durante o casamento. O noivo ficou em choque e ainda tentou agarrar as mãos de Casey: "Li todas as mensagens que ela [a amante] me mandou. Com cada palavra que dizia, Alex ia ficando cada vez mais pálido. Olhei-o nos olhos e ele nada teve para me dizer. Parece que o Alex não é quem eu pensava."

O noivo acabou por abandonar o casamento, acompanhado pelo padrinho. Como já estava tudo pago, a noiva aproveitou para dar a festa do casamento na mesma. A noiva pediu desculpa aos convidados pela humilhação e, apesar da tristeza que sentiu, decidiu aproveitar a festa do casamento com os amigos e familiares. "Limpei as lágrimas e disse ‘Amo-vos a todos e, apesar de tudo, estou feliz por estarem aqui. Não irá existir a receção aos noivos na boda, mas, em vez disso, vamos celebrar a honestidade, o amor próprio e a procura do amor verdadeiro’. Certamente que não foi o casamento que idealizei, mas tenho a dizer que foi uma grande festa."

Deputados aumentam as faltas com a chegada do bom tempo


O Parlamento prepara-se para bater novo máximo anual de faltas, somando já mais de 4.500 na legislatura.

Desde o início da legislatura, a 23 de Outubro de 2015, já foram contabilizadas 4.576 ausências dos deputados nas 324 sessões plenárias realizadas, o que resulta numa percentagem de faltas de 6,54% e uma média de 15,2 por deputado. E até ao final do mês passado, 87 delas surgiam mesmo catalogadas pela Assembleia da República como injustificadas.
As faltas aumentam à medida que a legislatura avança. Em 2016, o primeiro ano completo, foram registadas 1.364, no ano seguinte aumentaram para 1.560 e em 2018 é quase certo que se vai bater um novo máximo desde a última ida às urnas. É que, quando faltam ainda contabilizar as presenças nos últimos dois meses deste ano, já havia 1.540 faltas no sistema, refere o 'Negócios'.